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“FLUX”, de Ken Nahan Em “Flux”, Ken Nahan explora o equilíbrio dinâmico entre ordem e movimento — o processo contínuo de transformação que define tanto a natureza quanto o ato criativo. A exposição reúne obras sobre cartas náuticas, colagens e papéis artesanais, cada suporte servindo como uma superfície distinta para a improvisação. Nas cartas, os gestos pintados fluem sobre linhas geográficas como se traçassem correntes invisíveis sob as superfícies medidas do mundo. Em contraste, os desenhos menores sobre papel artesanal — íntimos, rítmicos e contidos — revelam o mesmo sentido de movimento destilado à sua essência. Através desse diálogo entre precisão e espontaneidade, “Flux” convida o espetador a perceber as marés invisíveis que conectam tempo, memória e movimento. 21 de fevereiro a 5 de abril| Sala de Ilustração | Entrada livre Horário: |
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