Exposições

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Madagáscar

Pedro Mota Curto

6 de abril a 30 de maio

Madagáscar 2019. África. Não a “África Minha”, de Karen Blixen, mas a África dos africanos. Madagáscar é uma enorme ilha (maior do que França), tipicamente africana. No entanto, possui algumas particularidades únicas. Situada a leste de Moçambique, o seu isolamento e a sua inserção no Índico, aproximam este país das influências indianas e indonésias, que se mesclam com os vestígios franceses, antigos colonizadores, até 1960.
África insular, fascinante, tradicional, longínqua, a dez horas de voo direto, de Paris até Antananarivo. Lémures, evidentemente. Embondeiros (Baobás), também. Árvores gigantes, milenares. Diz a lenda, que por ter inveja das outras árvores, o embondeiro foi castigado pelos deuses e posto de cabeça para baixo, com os ramos dentro da terra e as raízes lá bem em cima.
Os malgaxes são afáveis e comunicativos. Muitas crianças, por todo o lado. Todos aspirando a uma vida melhor. A esmagadora maioria sobrevive, com grandes dificuldades. Um euro equivale a 4000 ariarys.
Madagáscar é o único país do mundo onde ainda existe a Peste Negra. Os cuidados de saúde são muito elementares.
Famadihana é uma festa, plena de música, comida e bebida, um convívio onde participam os vivos e os mortos, uma tradição local na qual os mortos regressam por algumas horas. A experiência é inolvidável.
Escolas nos sítios mais recônditos. Professores que sabem que a Educação pode ser um elevador social. Escolas mínimas, com quase nada. Docentes esforçados em troca de migalhas, igualmente em modo de sobrevivência.
Paisagens deslumbrantes. As terras quentes, vermelhas e silenciosas de África. Peixe e marisco, mas também magret de canard e croissants. E as potências mundiais a usufruírem das riquezas nacionais, como em toda a África.


Sala Afonso Cruz | Entrada livre

Horário:
De segunda a sexta-feira: 9h00 às 19h00
Sábados: 10h00 às 13h00
Domingos e feriados: encerrado

 

 
 

Magenta coletiva de primevera 2021

 

 

Coletiva da Primavera
Magenta - Associação dos Artistas pela Arte

6 de abril a 2 de maio

A Magenta - Associação dos Artistas pela Arte assinala o desconfinamento com o regresso à Sala Zé Penicheiro do CAE, com a exposição intitulada "Coletiva da Primavera".
Esta mostra tem como finalidade não só a divulgação dos trabalhos dos seus associados, mas também reforçar o apoio à cultura e o retorno das atividades artísticas, com uma mensagem de motivação e esperança.
Esta exposição coletiva, de tema livre, conjuga trabalhos realizados em diferentes conceitos e diferentes linguagens de expressão plástica que ultrapassam os limites do desenho, jogam com contrastes, com o reequilíbrio das composições, com os efeitos da luz e com nuances da cor.


Sala Afonso Cruz | Entrada livre

Horário:
De segunda a sexta-feira: 9h00 às 19h00
Sábados: 10h00 às 13h00
Domingos e feriados: encerrado

 

 
 

Jardim Interior CAE DSC 9074

a partir de 24 de junho

Jardim Interior | Entrada livre

No dia 14 de novembro de 2019 o freixo do Largo da Misericórdia - Páteo de Santo António -, com cerca de 300 anos de idade e classificado em 2009 pelo ICNF como árvore de Interesse Público (ICNF: n.º processo KNJ1/537), foi abatido por motivos de debilidade e de segurança pública, após decisão devidamente sustentada em pareceres e avaliações técnicas e com a concordância do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

Plantado há 300 anos em frente ao edifício do Convento, que hoje acolhe o Lar de Santo António, o freixo tornou-se uma árvore majestosa com uma forte presença no local onde era já carinhosamente designado de “Freixo de Santo António.” Em 2018, sucumbiu à tempestade Leslie.

Reconhecendo que esta árvore era uma referência daquele espaço e da memória coletiva dos figueirenses, representando um valor importante na história e no património local, o Município preocupou-se em perpetuar essa memória e o simbolismo a ela associado.

E porque as árvores não morrem, do “Freixo de Santo António”, o escultor Paulo Neves talhou as presentes esculturas: Santo António, São João, São Pedro e São Julião, quatro dos mais estimados Santos da Figueira da Foz, que permanecerão preservadas neste renovado jardim interior do CAE e que, pela sua originalidade, não serão indiferentes aos olhares de quem por aqui passa.

 

Horário:

De segunda a sexta-feira: 13h00 às 19h30
Sábados: 14h00 às 19h00
Domingos e feriados: Encerrado
Dias de espetáculo: até ao final do espetáculo

 

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