Exposições

maya belles et nature

 


Sala Zé Penicheiro | Entrada livre

Horário:
Segunda a quinta-feira:
09h00 às 23h00
Sextas-feiras: 09h00 às 24h00
Sábados e feriados: 10h00 às 24h00
Domingos: 10h00 às 19h00

 

 
 

Sustentar Cartaz Figueira

 3 de setembro a 10 de outubro

Sala 2 | Entrada livre

A Sustentar é uma plataforma colaborativa, criada pela Ci.CLO, para o desenvolvimento de projetos fotográficos e videográficos que pretende contribuir com perspetivas artísticas sobre iniciativas experimentais na área da sustentabilidade.
A primeira edição conecta seis artistas com seis iniciativas que foram ou estão a ser implementadas em Portugal: POCITYF (Câmara Municipal de Évora), Núcleo Museológico do Sal (Câmara Municipal da Figueira da Foz), Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira (Câmara Municipal de Loulé), Transição agroecológica (Câmara Municipal de Mértola), Setúbal Preserva bairros do Grito do Povo e dos Pescadores (Câmara Municipal de Setúbal) e LIFE Montado-Adapt (EDIA).
A plataforma Sustentar proporcionou encontros entre curadores, artistas e especialistas, bem como residências artísticas em cada território — espaços vitais para incubar novas práticas, examinar metodologias e desenvolver diálogos proativos entre o artístico e o cívico. Com “A Arte de Sombrear o Sol”, Evgenia Emets acompanha as alterações climáticas, a transição agroecológica e a agricultura sintrópica em Mértola, como uma possibilidade de adaptação a uma realidade de severa escassez de água. Maria Oliveira cria uma passagem metafórica para o mundo antigo e pré-humano nas salinas da Figueira da Foz, o seu trabalho “De Vagar o Mar” reconhece o potencial natural e cultural deste território. O projeto “Em Plena Luz”, de Elisa Azevedo, explora a integração de sistemas inovadores de captação de luz solar para tornar a zona histórica de Évora autossustentável do ponto de vista energético. No Parque de Noudar, o filme “O Leito do Rio”, de Sam Mountford, centra-se nas dimensões culturais, sociais e ecológicas dos Montados ibéricos e na resiliência deste território para mitigar as consequências das alterações climáticas. Em Loulé, a série “Geoparque”, de Nuno Barroso, especula sobre os paradigmas do território do Geoparque Algarvensis através da exploração de diversas realidades da agricultura, energia e atividade turística. Em Setúbal, Margarida Reis Pereira desenvolveu “Hoje, translúcido”, um trabalho baseado num diálogo com as comunidades dos bairros do Grito do Povo e dos Pescadores, utilizando um conjunto de estratégias visuais para representar as suas memórias e identidade.

Curadoria: Krzysztof Candrowicz, Pablo Berástegui, Virgílio Ferreira
Artistas: Elisa Azevedo, Evgenia Emets, Margarida Reis Pereira, Maria Oliveira, Nuno Barroso, Sam Mountford
Mais se informa que a entrada é livre.
Horário de visita:

Segunda a quinta-feira: 09h00 às 23h00
Sextas-feiras: 09h00 às 24h00
Sábados e feriados: 10h00 às 24h00
Domingos: 10h00 às 19h00

 

cae rodap

Gentes do Mar

PAB 1528s WEB

PAB 1576s WEB

 

SALETRICE

Paulo Ribeiro Baptista

A paisagem do Baixo-Mondego foi muito transformada pelas explorações de dois produtos fundamentais para a economia local, o sal e o arroz. São justamente os vestígios dessa transformação no território, com várias etapas, avanços e regressões que pretendemos abordar sob a forma de ensaio visual. A paisagem contemporânea é uma criação cultural que resulta de um cruzamento com o ambiente e a ecologia e essas dimensões são aqui particularmente evidentes. Por isso uma leitura da paisagem dá-nos, simultaneamente, uma perspetiva sociológica sobre o território. Permite intuir os usos da terra e da água reunidas numa simbiose, a ocupação, as práticas culturais e a representação fotográfica procura sintetizar alguns desses traços e transpô-los para uma linguagem visual. Sal et rice é uma expressão latina que significa sal e arroz. A exposição desdobra-se em dois núcleos, um é dedicado ao sal e o outro é dedicado ao arroz e, de uma forma mais genérica, ao território.  


Sala Afonso Cruz | Entrada livre

Horário:
De segunda a sexta-feira: 9h00 às 24h00
Sábados e feriados: 10h00 às 24h00
Domingos: 10h00 às 19h00

 

 
 

Jardim Interior CAE DSC 9074

a partir de 24 de junho

Jardim Interior | Entrada livre

No dia 14 de novembro de 2019 o freixo do Largo da Misericórdia - Páteo de Santo António -, com cerca de 300 anos de idade e classificado em 2009 pelo ICNF como árvore de Interesse Público (ICNF: n.º processo KNJ1/537), foi abatido por motivos de debilidade e de segurança pública, após decisão devidamente sustentada em pareceres e avaliações técnicas e com a concordância do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

Plantado há 300 anos em frente ao edifício do Convento, que hoje acolhe o Lar de Santo António, o freixo tornou-se uma árvore majestosa com uma forte presença no local onde era já carinhosamente designado de “Freixo de Santo António.” Em 2018, sucumbiu à tempestade Leslie.

Reconhecendo que esta árvore era uma referência daquele espaço e da memória coletiva dos figueirenses, representando um valor importante na história e no património local, o Município preocupou-se em perpetuar essa memória e o simbolismo a ela associado.

E porque as árvores não morrem, do “Freixo de Santo António”, o escultor Paulo Neves talhou as presentes esculturas: Santo António, São João, São Pedro e São Julião, quatro dos mais estimados Santos da Figueira da Foz, que permanecerão preservadas neste renovado jardim interior do CAE e que, pela sua originalidade, não serão indiferentes aos olhares de quem por aqui passa.

 

Horário:

De segunda a sexta-feira: 13h00 às 19h30
Sábados: 14h00 às 19h00
Domingos e feriados: Encerrado
Dias de espetáculo: até ao final do espetáculo

 

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Gentes do Mar

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ESCRITORES - Memórias e Olhares
Fotografias de Fernando Bento

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Escultura de Rui Matos

 

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