Exposições

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Contemporaneidade de A a Z

8 de JULHO a 30 de SETEMBRO


A 2ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2017 contemplará as áreas de desenho, pintura, escultura, fotografia, cerâmica, instalação e vídeo e será distribuída, para além de Gaia, por oito polos, nomeadamente Porto, Gondomar, Barcelos, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Monção, Seia e Figueira da Foz.

O Município da Figueira da Foz, associando-se a este evento cultural de referência internacional, congratula-se por ser um dos oito municípios convidados pela organização, a acolher um Pólo da 2ª Bienal Internacional de Arte de Gaia, que permitiu, numa justa homenagem, expor trabalhos de quatro artistas plásticos indissociáveis da cidade da Figueira da Foz, Cunha Rocha, Mário Silva, Tesha e Zé Penicheiro.

As obras, presentes nesta exposição, revelam caminhos, formas e realidades pictóricas distintas, pela forma como se relacionam ou diferenciam, se aproximam ou distanciam, se questionam ou afirmam, num processo criativo unido pela sua contemporaneidade, potenciando saberes e educando pela e para a ARTE.

Duas cidades… duas realidades unidas pela ARTE!

entrada gratuita.

Horário:

De segunda a quinta-feira: 9h00 às 23h00

Sexta-feira: 9h00 às 24h00

Sábados: 10h00 às 24h00

Domingos e Feriados: 10h00 às 19h00

Dias de espetáculo: até ao final do espetáculo

 

Gentes do Mar

 

Joo Garcia

 

25 de JULHO a 3 de SETEMBRO

João Garcia reside em Cantanhede, cidade onde nasceu em 1963. Desde muito jovem manifestou grande interesse pela fotografia. Deu os seus primeiros passos nesta arte, com uma máquina fotográfica analógica, revelando ele mesmo as suas próprias fotografias a preto e branco. Considera-se um aprendiz de fotografia. Autodidata, revela-se um fotógrafo versátil e as suas fotografias registam uma diversidade de temas.

As 30 fotografias patentes em “Invernos da minha praia” registam aspetos de uma praia, ao longo de vários invernos. Os registos fotográficos, captados na Praia da Tocha, com a qual assume uma estreita ligação afetiva, revelam pormenores únicos e interessantes, que frequentemente escapam ao olhar comum. Mar, areia, céu, sol, vento e vegetação autóctone são alguns dos aspetos captados, perpetuando cada fragmento temporal num instante, irrepetível e eterno, de grande beleza e sensibilidade.

 

Sala Afonso Cruz | Entrada gratuita

 


 

Isabel Mora Cunha Rocha

1 a 20 de AGOSTO

O artista não morre nunca, renasce em cada olhar nosso sobre a obra que nos deixa. Foi assim com Cunha Rocha. Desenhou o mundo de cor com a argúcia do artista, depois pintou-o com os tons quentes das memórias gulosas do Homem. É esse mundo, parido com mestria pela ponta dos seus dedos, que o convidamos a visitar nesta exposição.

Isabel Mora começou a criar e manufaturar bijutaria a partir de 2000, sendo os seus trabalhos solicitados essencialmente por estilistas de moda.

Sala Zé Penicheiro | Entrada gratuita


 

 

 

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