Teatro

Ano Morte

O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS, de José Saramago
Companhia ETCetera Teatro

QUINTA-FEIRA | 7 de MAIO | 10h30 e 14h30
Grande Auditório | Duração: 120 min. | M 12 anos | Entrada: 3,00 euros (gratuita para Escolas do concelho, mediante reserva e levantamento de convite)

Fernando Pessoa e Ricardo Reis podem encontrar-se? Confrontar o criador e a sua obra? Qual a sua relação?
Ricardo Reis, homem vindo do Brasil, preocupa-se com a cidade de Lisboa e a sua passiva noção de felicidade. O país da sopa dos pobres e das obras de caridade em todas as paróquias e freguesias. O país onde se morre de doença e de falta de trabalho. O país dos milagres de Fátima e da devoção ao chefe… Ricardo Reis veio para morrer, mas sobretudo para dar esperança a pacientes como Marcenda ou mulheres como Lídia.
Espetáculo baseado na obra homónima de José Saramago, onde o universo do autor e Fernando Pessoa fundem-se para dar ao público uma ideia do que era a vida social, económica e moral do nosso país pré salazarista.

Interpretação: Inês Cardoso, Pedro Miguel Dias, Sérgio Silva, Tiago Garrinhas, Vânia Mendes | Encenação, Adaptação e Sonoplastia: Luís Trigo | Assistente de Operação de Luz: Paula Trigo

 

 

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SESSÃO DE ENCERRAMENTO

HEDDA GABLER, de HENRIK IBSEN
Grande Auditório, DOMINGO, 17 de MAIO, 15h30

Com início a 27 de março, e encerramento, no CAE, dia 17 de maio, as XLIII Jornadas de Teatro Amador é uma organização do Lions Clube da Figueira da Foz e envolve as coletividades do concelho.
A peça escolhida para este encerramento é “Hedda Gabler”, de Henrik Ibsen. Trata-se de um marco na história do teatro. E o que melhor se pode fazer no teatro do que reviver histórias intemporais? Como tal, um grupo de jovens recém-formados decide levar avante esta tentativa de aproximação a um texto emblemático.
O projeto, como a obra o sugere, é sobre a libertação do tempo. A narrativa constrói-se através dos olhos da protagonista, Hedda Gabler ou Hedda Tesman, nome de casada. Ela será o vórtice que conduzirá à construção da estrutura cénica. Será a partir da sua voz que se construirá as outras. E, calmamente, caminharemos para o suicídio, como quem se afasta progressivamente da realidade, da identificação, para um lugar de tensão, um lugar de abstração, de libertação. Alguém que caminha para o suicídio afasta-se, ou aproxima-se, necessariamente do real.

Texto: Henrik Ibsen | Tradução: Francis Henrik Aubert | Encenação: Bernardo Beja | Interpretação: Ana Catarina Santos, Beatriz Pinto, Cláudia Alfaiate, Fábio Batista, Gonçalo Botelho, Rita Rocha e Rodrigo Cachucho | Cenografia e Figurinos: Rita Capelo e Daniela Cardante 

XLIII jornadas 2020 web

 

 
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