Música

Cartaz Mathilda a4

SEXTA-FEIRA, 7 de SETEMBRO, a partir das 23h00

Jardim Interior | Entrada gratuita

 

Mafalda Costa (Guimarães, 18 de fevereiro de 2000) é uma compositora, cantora e instrumentista portuguesa. Depois de pisar alguns dos melhores palcos do país, como o Festival Paredes de Coura e a Casa da Música, surge o alter ego musical Mathilda.   Mafalda refugia-se neste termo, que não é mais do que uma variação do germânico Mahalta, de onde deriva o seu nome, para expor fragilidades, acompanhada ora por um ukulele, ora por uma guitarra elétrica. Ao vivo, faz-se acompanhar por Diogo Alves Pinto, mais conhecido pela sua one-man band Gobi Bear, que desenvolve arranjos com percussões e guitarra.

Em novembro de 2017 foi editado, com o selo Planalto Records, o seu primeiro lançamento "Lost Between Self Expression and Self Destruction". Em janeiro de 2018 foi finalista do reputado Festival Termómetro, organizado por Fernando Alvim.

 

orquestrae

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ORQUESTRAE - Banda Filarmónica Maiorquense com RITA GUERRA

DOMINGO, 16 de SETEMBRO, 16h00
Grande Auditório | 1h30 | M 3 anos | Entrada: 10,00 euros

Orquestrae é uma iniciativa da Câmara Municipal da Figueira da Foz, em parceria com todas as Bandas Filarmónicas do concelho, com o objetivo de potenciar o desenvolvimento artístico e técnico das Bandas Filarmónicas, proporcionando-lhes novas experiências musicais com artistas de destaque no meio musical português.
O concerto inaugural desta 1ª edição, no dia 16 de setembro, está a cargo da Banda Filarmónica Maiorquense e terá como convidada Rita Guerra.
A Associação Musical União Filarmónica Maiorquense, fundada em 1848, é a segunda mais antiga do concelho da Figueira da Foz e uma das mais antigas do país. Conta com um efetivo de 50 elementos e tem uma Escola de Música em pleno funcionamento. A banda é dirigida pelo maestro Bruno Miguel Cavaleiro.
Rita Guerra é unanimemente considerada uma das maiores intérpretes nacionais que esgota as salas por onde passa. Em 2015, 32 anos passados desde que cantou profissionalmente pela primeira vez, resolve fazer um resumo de carreira e edita “No Meu Canto – O Melhor de Rita Guerra”, que serve de base à TOUR 30 Anos.
Neste primeiro concerto do Orquestrae, à voz única de Rita Guerra junta-se a mestria dos músicos da Banda Filarmónica Maiorquense, num espetáculo único, absolutamente a não perder.

web Carminho

SÁBADO, 13 de OUTUBRO, 21H30

Grande Auditório | 1h15 | M 6 anos | Entrada: 12,50 e 15,00 euros

Carminho é a grande voz do fado e uma das artistas portuguesas com maior projeção internacional, de sempre!

“Fado”, o seu primeiro disco, editado em 2009, tornou-se num dos mais aclamados álbuns do ano e da década. No mesmo ano, colabora com Pablo Alborán em “Perdoname” e torna-se na primeira artista portuguesa a atingir o número 1 do top espanhol. Em 2012, o segundo álbum, “ALMA”, estreia-se no primeiro lugar de vendas em Portugal e alcança posições de destaque em vários tops internacionais. Em 2013, Carminho afirmou-se como uma das mais internacionais artistas portuguesas, levando a sua voz aos quatro cantos do mundo, ao mesmo tempo que é distinguida em Portugal com um Globo de Ouro e o Prémio Carlos Paredes, vendo ambos os seus álbuns atingirem a marca da dupla platina. No final de 2014 edita “Canto”, e a sua relação com o Brasil ganha raízes ainda mais profundas, com a primeira parceria com Caetano Veloso. Em 2016, na sequência de um convite endereçado pela família de um dos maiores compositores do mundo, grava “Carminho canta Tom Jobim”, com a última banda que o acompanhou ao vivo nos seus últimos dez anos. Este disco é já platina e com ele Carminho é galardoada com o Globo de Ouro de melhor interprete.

Agora, Carminho continua a digressão mundial dos discos “Canto” e “Carminho canta Tom Jobim”, levando o talento, a voz, o fado, aos quatro cantos do mundo.

 

Foto BSP 2018 web

 

BANDA SINFÓNICA PORTUGUESA

DOMINGO, 23 de SETEMBRO, 16h00
Grande Auditório | 1h15 | M 6 anos | Entrada: 10,00 euros

 

Com sede na cidade do Porto, a Banda Sinfónica Portuguesa (BSP) teve o seu concerto de apresentação no dia 1 de janeiro de 2005 no Rivoli, Teatro Municipal do Porto, onde também gravou o seu primeiro CD. Desde então, a Banda tem vindo a gravar regularmente trabalhos discográficos. A partir de janeiro de 2007, é convidada pela Fundação Casa da Música a apresentar-se regularmente na Sala Suggia, onde tem vindo a interpretar um conjunto de obras originais de compositores portugueses e estrangeiros.
Em março de 2014, a BSP realizou a sua primeira tournée intercontinental pela China, realizando 5 concertos em várias cidades. Participou em julho de 2017 na qualidade de orquestra de referência no panorama internacional, no 18º Festival do World Music Contest, em Kerkrade, e na 17ª Conferência Mundial da World Association for Symphonic Bands and Ensembles, em Utrecht.
A Banda Sinfónica Portuguesa é uma Associação cultural, sem fins lucrativos, apoiada pela Direção Geral das Artes. A direção artística está a cargo do Maestro Francisco Ferreira.
Este concerto marca, igualmente, a estreia da obra “O Soldado da Misarela”, de Anne Vitorino d’Almeida.

Direção Musical de Renata Oliveira, no âmbito da conclusão do Mestrado em Direção realizado no Conservatório Real de Haia (Holanda), sob orientação do Professor Alex Schillings.

Concerto inserido nas Comemorações do Centenário da Morte do Maestro David de Souza.

 

web moonspell

SÁBADO, 27 de OUTUBRO, 21H30

Grande Auditório | 1h15 | M 6 anos | Entrada: 10,00 euros

Formados em 1992, os Moonspell assumiram-se perante o público e a crítica como uma das forças motrizes mais respeitadas do Metal Gótico mundial, tornando-se na banda portuguesa mais internacional de sempre.

“1755” é o novo disco, cantado em português, acerca do grande terramoto de Lisboa. Uma reflexão poética, musical e filosófica da banda sobre o evento de 1 de novembro de 1755 em Lisboa e as suas repercussões no mundo civilizado. O novo disco será tocado na íntegra nesta tour, sendo que o alinhamento para estes concertos inclui também temas obscuros da carreira dos Moonspell.

Musicalmente, 1755 é um disco de raiz Metal, com riffs vibrantes, orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia. A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital Portuguesa na altura.

Um concerto absolutamente a não perder, nesta nova fase da banda, cantando na sua língua num disco a todos os títulos histórico, único e emocionante.

 

 

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